Curso de Portugués

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FOTO - LUÍS VAZ DE CAMÕES

Informaciones sobre las Clases de Portugués

Informaciones sobre las Clases de Portugués

Las clases son impartidas a través de un método dinámico donde se aprenderá la gramática de la lengua portuguesa, su literatura, traducciones de diversos tipos de textos, conversaciones, utilizaciones de materiales audiovisuales y siempre trabajando con las necesidades de cada alumno. De acuerdo con la demanda en estos tiempos actuales, se hace necesario el aprendizaje deste idioma, ya que muchos se desplazan a Brasil y otros países de habla portuguesa en búsqueda de un puesto; de esta manera, el alumno que desea irse a otro país, será entrenado para las futuras entrevistas de trabajo.
Aquí en esta página, podrás disfrutar de algunas canciones brasileñas, además de acompañar el desarrollo de algunos alumnos en este curso.
Si deseas más informaciones, contactar al: 675-019-356.
Gracias por su visita.

Servicios de Traducciones e Interpretaciones del Español al Portugués y viceversa

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Realizamos traducciones de los más variados tipos de textos:
* Comerciales;
* Técnicos;
* Literarios;
* Páginas Web;
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Hemos realizado Traducciones e Interpretaciones, intermediando relaciones comerciales entre grupos lingüísticos (Español y Portugués), permitiendo un intercambio fluido y eficaz entre ambos.
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Redacciones de Alumnos/Redações em Português

O Carnaval
Chegou o carnaval e com ele a alegria, a fantasia, a máscara, o samba, os blocos, a bateria, os trios elétricos, os foliões, o barulho e tudo o que faz do Carnaval brasileiro um dos eventos culturais mais famoso do mundo. Conhecido por sua beleza e exuberância, a ninguém deixa indiferente essa expressão de felicidade que o povo brasileiro gosta tanto de mostrar, a paixão de viver, mascarando a tristeza, embora seja só por uns dias. Todas as classes fazem parte do jogo, como no futebol, são mais as semelhanças do que as divergências na manifestação da cor.
As pessoas precisam de se esquecer dos problemas quotidianos e fazer a fantasia, como dizia o Poeta, para isso foi feito o Carnaval. Mas é curioso como as manifestações culturais dos países deixam transluzir o espírito do mesmo. Eu como espanhol que sou, vejo através do carnaval, um paralelismo notável entre os dois países. Os dois são conhecidos no mundo, salvando as diferenças, pelas mesmas coisas. No fim, viemos da mesma mãe, a península ibérica. No entanto, também somos iguais em nossa capacidade inata de nos auto-enganar, de não querer olhar à realidade mais próxima.  O Brasil está nesse momento, como outrora já viveu Espanha, do caminho ao sucesso econômico, do crescimento do nível de vida, de ser alguém importante no plano internacional na América Latina. O Brasil será foco das atenções nos próximos eventos. No entanto, os brasileiros como os espanhóis, sabem que a verdade é bem distinta. O caminho da ilusão é complicado. Está cheio de buracos a soterrar, como são as dívidas necessárias para o tão “desejado” crescimento, a corrupção dos governantes é o pão de cada dia, o governo está em crise de credibilidade, por não falar da violência e a pobreza. Inclusive já se está falando de mudanças no caráter brasileiro.
Eu como espanhol apaixonado pelo Brasil, o melhor país do mundo, quero que mude com inteligência, não com os olhos fechados e deixando-se seduzir pela ilusão da grandeza. Nisso os espanhóis são expertos.
Alguém pode até me dizer que sou um “desmancha-prazeres”, mas pelo contrário, é o amor que sinto pelos dois países o que me faz falar deste modo. É precisamente essa mistura de amor e melancolia, esse sentimento de quem conheceu a beleza e depois a tristeza de ir embora. É a ilusão do carnaval de não ser mais triste.
Redação feita por meu aluno: Cesar Cuenca. (04/03/2014)


Análise do filme: “A grande beleza”
Na verdade é um grande prazer que nasçam obras assim com tanto conteúdo. Obras que retratam uma sociedade que vive sem saber ou sem querer saber o que é o ser e escravos do parecer.
“A grande beleza” é algo mais do que um filme. É uma obra de arte. Porque um bom filme é aquele que dum jeito certeiro e equilibrado nos desenha um retrato sobre as coisas que nos importam também. Como as consequências de uma guerra, a falta de comunicação de um pai e um filho, ciúmes, etc.
E “A grande beleza” é mais do que tudo isso.  Porque nos fala do ser, do sentido da existência, do amor. E não do amor passional, senão do amor à vida. A beleza... Já que a beleza é filha do amor.
“A grande beleza” é uma excelente manifestação. E não é só um brilhante exercício formal do diretor, é um suntuoso retrato mordaz e belo duma cidade- Roma- e seu povo. Duma cidade que nega sua agonia procurando a glória do seu passado, um antídoto ao efêmero do presente.
A Roma dos palácios Renascentistas e Barrocos, de suntuosas esculturas e formosos cantos, é também a Roma do silicone e da falsa aparência. A Roma silenciosa e espiritual e a Roma barulhenta e superficial.
E o filme é tudo isto, uma maravilhosa viagem pela Roma sólida, eterna e imutável, a que permanece dentro de nós e a Roma líquida, aquela que escorrega por nós, sem transpassar um só poro da nossa pele.
O sólido aparece majestosamente iluminado e o líquido, que sai retratado pelo cinismo e o nada.
E é nesta viagem, onde podemos nos topar com tudo isto, simultaneamente um com outro. O existencial frente ao banal. O perdurável frente ao efêmero, o nutriente frente ao “fast food”.
Como exemplo, destes dois mundos, o sólido e o líquido podemos ver a mentira de determinada arte contemporânea condenada ao esquecimento, desde antes de ser, já que nunca foi, porque não emana dum sentimento, senão duma corrente e se emana, o faz de um vazio, de algo oco. Não há nada mais que ver a uma menina que ganha milhões vendendo quadros, que pinta espalhando tinta de maneira acelerada. Uma mulher que se choca contra um muro, fruto da cegueira com que jogamos com nossa existência.  Um lançador de facas que te intranquiliza e não te envolve nem te emociona. Uma arte “fast food” enfrentado a beleza. Porque se não há paz, não pode ter beleza. E tudo isto aplaudido por um público, que faz mais por esnobismo do que por sentimento. Já que para sentir, tem que ser, e não parecer.
Com este sábio desperdício do líquido, procura ridicularizar e condenar os aspectos mais hipócritas da sociedade na qual vive a par da luta para não perder os logros alcançados durante séculos. E o faz, procurando umas raízes. E o faz metaforicamente, já que aparece uma santa que somente come raízes, onde ela mesma se pergunta e responde que as come porque são importantes, porque são sinais de identidade, é um manancial de sabedoria, e não se pode perder porque nos esvazia e nos fere o ânimo.
Esta bipolaridade que se estabelece entre o sólido e o líquido permite compreender muito bem o trabalho do Sorrentino. Já que a partir da perda dos valores, do sentido e da degeneração ética e estética, e possível achar a beleza. E desde esta, é onde devemos começar a construir um novo modelo social.
É que a beleza e a experiência desta é um processo que te aproxima e provoca um sentimento de integridade, vitalidade, amabilidade e inclusive, me atreveria a dizer que até de ternura. E nos evitaria vazios e ventos em nosso ânimo.
A beleza reconforta!
Redação feita por meu aluno: Jorge Diaz (13/03/2014)

Nióbio

Você já imaginou um minério com poder para mudar todo um país? Um mineral tão valoroso, que por si mesmo poderia levar os serviços e infraestruturas públicas até um patamar de referência internacional? Pois bem meus amigos, esse elemento não é questão de mágica nem de ficção científica. Esse elemento é o Nióbio. E pasmem! Nosso querido Brasil é o maior detentor mundial de tão prezado mineral.
Talvez agora você esteja dizendo a si próprio: “Hum, fiquei curioso! O que tem esse Nióbio para ser tão valioso?”. O que dá seu valor ao Nióbio são suas qualidades metalúrgicas, sendo elas as responsáveis para a criação de superaços e ligas super-resistentes. Assim, o Nióbio se converte num mineral de extrema importância para indústrias estratégicas como a aeroespacial, de foguetes, satélites ou armamentos; além de fabricação de turbinas para motores a jatos, equipamento médico e outras inumeráveis aplicações com a mesma relevância.
Neste ponto, com certeza você está pensando: “Nossa, que interessante! Mas se isso é verdade, então por que o nosso país não é rico assim atualmente?”. Infelizmente, ainda que o Brasil fosse bafejado pela natureza, o governo permite o contrabando e espólio das riquezas naturais do país. Sendo o caso do Nióbio, um mais entre outros. De fato, se você pesquisar os preços dos metais no site do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), esse minério nem aparece.
Como é possível que num país que detém entre 95 e 98% das reservas mundiais desse mineral, que num país cuja produção estimada no ano 2006 foi de 56.000 toneladas (segundo dados do governo estadunidense), a estatística aparentemente oficial seja de apenas 515 toneladas (só 1% do consumo mundial)? Como é possível para o governo brasileiro ter a desvergonha de espalhar esse dado, enquanto o governo americano afirma ter importado do Brasil 10.500 toneladas nos anos 2006 e 2007, por exemplo?
Ficou chocado? Pois ainda tem mais. Segundo essas mesmas fontes aparentemente oficiais, o minério de Nióbio bruto era comprado na jazida a 400 reais/quilo (aproximadamente U$ 255/quilo). Se o Brasil tivesse exportado o mineral a esse preço, o valor anual seria US$ 15.300.000.000 (quinze bilhões e trezentos milhões de dólares). Se confrontarmos essa cifra com a estatística oficial, vocês ficarão horrorizados ao ver que nela consta o total de US$ 16,3 milhões, ou seja, 0.1% daquele valor.
Voltando para o primeiro parágrafo do texto, acho que vocês já podem perceber por si mesmo, como o Nióbio efetivamente poderia mudar de uma forma radical a situação econômica e social do país. Imaginem só os benefícios para a população se esse mineral fosse tratado e comercializado adequadamente pelo governo federal, em vez de ser contrabandeado e seu lucro ir parar no bolso desses bandidos.
Eu só peço para vocês refletirem e tomar consciência sobre o saqueio que diariamente sofre o Brasil. Não é só o caso do Nióbio. Vocês com certeza já conhecem outras tantas questões semelhantes de desvio de dinheiro de verbas públicas ou corrupção política e judicial. No entanto, quase ninguém faz nada para lutar pelos seus direitos, embora que o poder para reverter essa situação, na realidade, recai em nossas mãos. A responsabilidade para mudar tudo e jogar essa corrupção para fora é só do povo brasileiro. Acorda Brasil!
Redação feita por meu aluno: Antonio Suarez (22/03/2014)


 A linguagem e o ser humano
A ferramenta mais importante que o ser humano tem, é a linguagem.
Ao contrário do que a grande maioria dos antropólogos pensa, esta ferramenta imaterial é a que nos fez humanos de fato. A natureza, na sua imensidade e diversidade, criou este instrumento para que os animais e as plantas pudessem se comunicar, se expressar e descrever emoções. É o que se chama de função descritiva e informativa da linguagem que é tão necessária para o desenvolvimento da vida e a educação das espécies. É necessário que a mensagem chegue ao outro para sobreviver. Mas no caso do “macaco pelado” a mensagem chega mais além. Foi o animal escolhido pela natureza para levar consigo uma função extra da linguagem, essa função que precisava a mãe natureza para se conhecer a si mesma e saber que ela existia e estava viva. O universo tomou consciência de si mesmo, através desta função da linguagem, que só nós, os humanos temos. A função argumentativa e crítica da linguagem, ou que é o mesmo que, contar histórias. Contar histórias é tão natural em nós como a vida. É uma capacidade inata e herdada geneticamente. E foi precisamente isso o que mudou o mundo. Os homens sempre contaram histórias para explicar os acontecimentos do mundo que habitam, principalmente através dos mitos. E é nessa confrontação das histórias com a realidade, de aceitar ou não a verdade dessas histórias, que nasceu o método científico. A crítica feita às histórias que nos contaram permitiu conhecer, com o passar do tempo, os segredos do Cosmo. Porque a verdade é só uma e é autônoma, está aí fora, e nós vamos descobrindo-a pouco a pouco. O método científico não está confrontado com a dimensão espiritual ou com as religiões, tudo ao contrário, confirma a grandiosidade do universo que habitamos. Esta função da linguagem é a que nos distingue dos robôs e permite levar as ideias do mundo imaterial ao material.  Isto não é uma coisa maravilhosa?
Redação feita por meu aluno: Cesar Cuenca (24/03/2014).

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